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Convenções e Acordos Coletivos



 

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO DOS PROFESSORES educação infantil, ensino fundamental e médio, curso técnico e profissionalizante e pré-vestibular 2018


1. Abrangência


2. Duração


3. Reajuste salarial em 2018


4. Compensações salariais


5. Piso salarial


6. Composição da remuneração mensal


7. Prazo para pagamento da remuneração mensal


8. Comprovante de pagamento


9. Atividades extras


10. Adicional noturno


11. Hora-atividade


12. Adicional por atividades em outros municípios


13. Participação nos lucros ou resultados ou abono especial


14. Cesta básica (válida para ABC, Bauru, Campinas, Guapira, Guarulhos, Jaú, Jundiaí, Osasco, Santos, Sinpro Rio Preto, São Paulo, Sorocaba, Taubaté, Vales, Valinhos)


15. Bolsas de estudo integrais


16. Complementação de benefício previdenciário


17. Creches


18. Seguro de vida em grupo


19. Professor ingressante na escola


20. Anotações na carteira de trabalho


21. Garantia semestral de salários


22. Indenização adicional para professores com mais de 50 anos de idade


23. Pedido de demissão em final de ano letivo


24. Demissão por justa causa


25. Multa por atraso na homologação


26. Atestados de afastamento e salários


27. Garantia de emprego à gestante


28. Portadores de doenças graves e/ou infectocontagiosas


29. Garantias ao professor em vias de aposentadoria


30. Jornada do professor mensalista


31. Duração da hora-aula


32. Irredutibilidade salarial


33. Prioridade na atribuição de aulas


34. Demissão ou redução de aulas por supressão de turmas


35. Descontos de faltas


36. Abono de faltas por casamento ou luto


37. Congressos, simpósios e equivalentes


38. Janelas


39. Mudança de disciplina


40. Calendário escolar


41. Férias


42. Recesso escolar


43. Licença sem remuneração


44. Licença por adoção ou guarda


45. Licença paternidade


46. Refeitórios


47. Condições de trabalho / sala dos PROFESSORES


48. Uniformes


49. Atestados médicos e abonos de faltas


50. Acompanhamento de dependentes (abono de falta para levar filho ao médico)


51. Medidas de prevenção ao agravo de voz (disfonia ocupacional)


52. Quadro de avisos


53. Delegado representante


54. Assembleias sindicais


55. Congresso sindical


56. Relação nominal


57. Desconto em folha de pagamento – mensalidade associativa


58. Acordos coletivos


59. Legalidade das entidades sindicais signatárias


60. Comissão permanente de negociação


61. Foro conciliatório para solução de conflitos coletivos


62. Multa por descumprimento da convenção


63. Contribuição assistencial patronal


64. Contribuição para o sindicato (Sorocaba)



Todo PROFESSOR tem direito a bolsas de estudo integrais nas ESCOLAS onde leciona, incluindo matrícula, para si, seus filhos ou dependentes legais que vivam sob a dependência econômica do PROFESSOR. A utilização do benefício previsto nesta cláusula é transitória e por isso não possui caráter remuneratório e nem se vincula, para nenhum efeito, ao salário ou remuneração percebida pelo PROFESSOR, nos termos do artigo 458 da CLT, com a redação dada pela Lei 10.243, de 19 de junho de 2001, e do artigo 214, parágrafo 9º, inciso XIX do Decreto 3.048 de 06 de maio de 1999. A concessão das bolsas de estudo integrais será feita observando-se as seguintes disposições:



Parágrafo primeiro - A ESCOLA está obrigada a conceder até duas bolsas de estudo. Caso a ESCOLA possua até 100 (cem) alunos matriculados, poderá limitar a concessão desse benefício a uma única bolsa.



Parágrafo segundo - Em qualquer hipótese prevista no parágrafo 1º, considera-se adquirido o direito do PROFESSOR que já possua número de bolsas de estudo superior ao determinado nesta Convenção.



Parágrafo terceiro - Serão também garantidas as bolsas de estudo para o PROFESSOR que estiver licenciado para tratamento de saúde, ou em gozo de licença mediante anuência da ESCOLA e nos casos de licenciamento para cumprimento de mandato sindical, nos termos do artigo 521, parágrafo único da CLT, excetuado o disposto na cláusula “Licença sem remuneração”.



Parágrafo quarto - No caso de falecimento do PROFESSOR, os dependentes que já se encontram estudando na ESCOLA continuarão a gozar das bolsas de estudo até o final do curso (cláusula “Professor Ingressante”, parágrafo 3º). Excetuam-se os casos em que o PROFESSOR tenha aderido ao "Seguro de Custeio Educacional Sieeesp", em qualquer instituição privada.



Parágrafo quinto – No caso de dispensa sem justa causa, ficarão garantidas aos dependentes do PROFESSOR, até o final do ano letivo, as bolsas de estudo já existentes.



Parágrafo sexto - No caso de o PROFESSOR trabalhar em um estabelecimento e residir comprovadamente próximo a outra unidade da mesma mantenedora, usufruirá das bolsas de estudo no local de sua escolha.



Parágrafo sétimo – As bolsas de estudo para cursos ou atividades extracurriculares somente poderão ser usufruídas pelo dependente do PROFESSOR que lecione nesses cursos ou atividades.



Parágrafo oitavo – No caso de o dependente do PROFESSOR ser reprovado, a ESCOLA não estará obrigada a conceder bolsa de estudo no ano seguinte. O direito à bolsa de estudo será recuperado quando ocorrer a promoção para série subsequente.



Parágrafo nono – Os dependentes do PROFESSOR detentores de bolsas de estudo estão submetidos ao Regimento Interno da ESCOLA, não podendo, no entanto, haver norma regimental que limite o seu direito à bolsa de estudo.



Parágrafo décimo – As ESCOLAS que mantêm cursos pré-vestibulares ou outros cursos estão desobrigadas de conceder, nesses cursos, bolsas de estudos integrais em classes cujo número de alunos seja inferior a 11 (onze).



Parágrafo onze – Os PROFESSORES que lecionam exclusivamente em cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores e/ou em cursos de educação profissional técnica de nível médio oferecida de forma concomitante, subsequente ou integrada, nos termos de que dispõem os incisos I, II e III do parágrafo 1º do artigo 4º do Decreto-lei 5.154 de 23 de julho de 2004, somente terão direito a bolsas de estudos integrais, conforme definido nesta cláusula, se ministrarem 20 (vinte) ou mais aulas semanais, observado, entretanto, o disposto no parágrafo 12. O PROFESSOR cujo número de aulas é inferior a 20 (vinte) terá direito ao desconto de 30% (trinta por cento) para si, seus filhos ou dependentes legais, observadas as demais condições definidas nesta cláusula e, em especial, o que dispõe o parágrafo 12.



Parágrafo doze – Em quaisquer hipóteses previstas nos parágrafos 10 e 11 desta cláusula, considera-se adquirido, até o final do curso, o direito do PROFESSOR que já possua bolsas de estudos integrais, independentemente de sua carga horária.



Parágrafo treze - As bolsas de estudo referem-se apenas à anuidade do curso, não incluindo nenhuma outra atividade ou material didático, exceto quando integrados ao valor da anuidade.



Parágrafo quatorze - A bolsa de estudo poderá deixar de ser concedida;



a) durante o período de experiência, limitado a 90 (noventa) dias; 



b) na contratação para substituição temporária de um outro PROFESSOR, limitado a 150 (cento e cinquenta) dias.