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Notícias Gerais

Campanha Salarial 2018 - Educação Superior: negociações não avançam!


Data: 09/05/2018

Fonte: Alex da Matta, Sinpro-Sorocaba


Campanha Salarial 2018

Educação Superior: negociações não avançam!
 
A categoria patronal não firmou nenhum compromisso, não fez nenhuma proposta e não deu nenhuma resposta, procrastinando, assim, um acordo. E leva, desse modo, a negociação da Convenção Coletiva a um impasse. A assistência médica está em risco.
 
Desde fevereiro, a comissão de negociação dos sindicatos integrantes da Fepesp vinha discutindo propostas sérias, detalhadas e bastante complexas, envolvendo a assistência médica das professoras e dos professores.
 
A intenção inicial das mantenedoras era a de acabar com os planos de saúde, alegando alta de custos. Ofereceram, desconsiderando a seriedade de tal questão, trocar o plano de saúde por vale-alimentação, o que a categoria sindical rejeitou imediatamente. Construímos uma proposta em que os custos de coparticipação ou um aumento na participação dos professores nos custos dos planos de saúde seriam compensados por um aumento real de salários e pela inclusão de reembolso de creches para crianças de até cinco anos.  
 
Agora, após significativo tempo decorrido, na reunião de negociação de 07/05, a comissão patronal descartou qualquer aumento real, sendo que propôs limitar o reembolso de creches  à idade de 1 ano e voltou a pedir nova proposta de nossa categoria. Nossa resposta foi ‘NÃO’!  
 
Não há mais propostas a fazer. Queremos manter o plano e, para isso, construímos uma proposta sensata. Queremos as bolsas de estudo, creches até a idade de cinco anos dos filhos de professores. E, além da reposição da inflação, aumento real, que demonstre nosso empenho pelo bom resultado das instituições. O mercantilismo dessas instituições tem resultado em lucros para as escolas e prejuízos para os professores ― e isso levou a negociação a um impasse. É chegada a hora de uma tomada de decisão.